Por que algumas pessoas têm dificuldade para emagrecer mesmo fazendo dieta e exercícios?

Entenda por que algumas pessoas têm dificuldade para emagrecer mesmo fazendo dieta e exercícios e como um tratamento personalizado pode ajudar.

Muitas pessoas passam anos tentando emagrecer. Fazem dietas, começam exercícios, conseguem perder alguns quilos, mas depois recuperam o peso.

Isso pode gerar a sensação de que estão fazendo algo errado ou de que falta dedicação.

Mas a dificuldade para emagrecer nem sempre está relacionada apenas à força de vontade.

O emagrecimento envolve diversos fatores do organismo e da rotina de cada pessoa. Por isso, quando as tentativas se repetem sem resultados duradouros, é importante entender o que está dificultando esse processo.

Emagrecer envolve mais do que alimentação e exercícios

A alimentação equilibrada e a prática de atividade física são fundamentais para o emagrecimento, mas elas não são os únicos fatores envolvidos.

O organismo possui mecanismos que influenciam a perda e a manutenção do peso, como metabolismo, genética, hormônios, controle da fome e da saciedade.

Além disso, aspectos como qualidade do sono, rotina, estresse e comportamento alimentar também podem interferir nos resultados.

Por isso, duas pessoas que seguem uma mesma dieta e uma mesma rotina de exercícios podem apresentar respostas diferentes.

Por que acontece o efeito sanfona?

Muitas pessoas passam pelo chamado efeito sanfona: conseguem perder peso, mas depois recuperam parte ou todo o peso perdido.

Isso pode acontecer principalmente após dietas muito restritivas, que levam a uma perda rápida de peso sem considerar estratégias para a manutenção dos resultados.

Durante esse processo, o corpo pode apresentar adaptações, como mudanças na fome, na saciedade e no gasto energético.

Por isso, o tratamento não deve focar apenas em perder peso rapidamente, mas em construir uma estratégia que possa ser mantida ao longo do tempo.

Quando procurar ajuda médica para emagrecer?

Nem sempre é necessário esperar que a obesidade cause grandes limitações para buscar acompanhamento.

Uma avaliação médica pode ser importante quando a pessoa:

  • Tenta emagrecer há anos sem conseguir manter os resultados;
  • Recupera o peso após diferentes tentativas;
  • Sente dificuldade em controlar a fome;
  • Apresenta alterações em exames;
  • Percebe que o peso está afetando sua qualidade de vida.

O objetivo do acompanhamento é entender quais fatores estão influenciando o processo e quais estratégias podem ajudar.

Existe um único tratamento para emagrecer?

Não.

O tratamento da obesidade precisa ser individualizado porque cada paciente possui uma história diferente.

Para algumas pessoas, mudanças de hábitos e acompanhamento nutricional podem ser suficientes.

Para outras, pode ser necessário associar medicamentos para emagrecimento ou considerar a cirurgia bariátrica em situações específicas.

A escolha depende da avaliação do paciente, dos objetivos, da saúde atual e da resposta às estratégias utilizadas.

A importância de um acompanhamento personalizado

Buscar ajuda para emagrecer não significa simplesmente escolher uma dieta, um medicamento ou uma cirurgia.

Antes de definir qualquer estratégia, é necessário entender o paciente como um todo: sua história, seu corpo, sua rotina e suas necessidades.

Um tratamento personalizado permite acompanhar a evolução, ajustar as estratégias quando necessário e aumentar as chances de construir resultados sustentáveis.

O primeiro passo para emagrecer não é escolher uma ferramenta. É entender qual estratégia faz sentido para você.

Qual médico procurar para fazer um tratamento para emagrecer? Entenda como funciona o acompanhamento especializado

A popularização das canetas emagrecedoras trouxe uma nova possibilidade para o tratamento da obesidade e do excesso de peso. Ao mesmo tempo, aumentaram também as dúvidas sobre como esses medicamentos funcionam, quem pode utilizá-los e quais resultados podem ser esperados.

Apesar de serem ferramentas importantes no tratamento do emagrecimento, as canetas não devem ser vistas como uma solução isolada.

O medicamento pode fazer parte de uma estratégia personalizada, mas o tratamento precisa considerar a saúde, a história e a realidade de cada paciente.

O que são as canetas emagrecedoras?

As canetas emagrecedoras são medicamentos utilizados no tratamento da obesidade e de algumas condições relacionadas ao metabolismo.

Elas atuam em mecanismos do organismo envolvidos no controle da fome e da saciedade, ajudando alguns pacientes a reduzir a ingestão alimentar e melhorar o controle do peso.

Medicamentos como os análogos de GLP-1 ganharam destaque por sua capacidade de atuar em sinais relacionados ao apetite, contribuindo para o processo de emagrecimento quando existe indicação adequada.

Porém, o funcionamento da medicação não acontece da mesma forma para todas as pessoas. A resposta ao tratamento pode variar conforme fatores como metabolismo, hábitos, composição corporal e condições de saúde.

A caneta emagrecedora funciona para todo mundo?

Não.

O fato de um medicamento apresentar bons resultados em estudos ou em determinados pacientes não significa que ele seja indicado para qualquer pessoa que deseja emagrecer.

A decisão de utilizar uma caneta emagrecedora deve considerar fatores como histórico de peso, exames, doenças associadas, objetivos do paciente e resposta a outras estratégias já utilizadas.

Uma pessoa que precisa perder alguns quilos e não consegue evoluir com mudanças de hábitos pode ter uma avaliação diferente de alguém com obesidade e doenças relacionadas ao excesso de peso.

Por isso, antes de pensar no medicamento, é necessário entender se ele realmente faz sentido para aquele caso.

Por que não é apenas aplicar o medicamento?

Um dos maiores erros ao falar sobre canetas emagrecedoras é tratar o medicamento como se ele fosse todo o tratamento.

O emagrecimento saudável depende de uma estratégia completa.

Durante o acompanhamento, é importante trabalhar aspectos como alimentação adequada, consumo suficiente de proteínas, prática de atividade física e preservação da massa muscular.

Isso acontece porque perder peso não significa apenas reduzir números na balança. É necessário cuidar da composição corporal, da saúde metabólica e da capacidade de manter os resultados ao longo do tempo.

O objetivo não é apenas emagrecer, mas construir um processo sustentável.

Qual médico procurar para iniciar esse tratamento?

Para iniciar um tratamento com medicamentos para emagrecimento, o ideal é buscar um profissional que tenha experiência no tratamento da obesidade e consiga avaliar o paciente de forma completa.

O acompanhamento deve envolver uma análise da saúde atual, histórico de peso, exames, possíveis doenças associadas e evolução durante o tratamento.

Além disso, o profissional precisa acompanhar a resposta ao medicamento, avaliar possíveis ajustes e definir quais estratégias fazem sentido em cada etapa.

Mais do que prescrever uma medicação, o papel do médico é construir um plano de tratamento adequado para aquele paciente.

O medicamento faz parte do tratamento, não substitui o tratamento

A obesidade é uma doença complexa e não existe uma única solução que funcione para todas as pessoas.

Para alguns pacientes, mudanças de hábitos podem ser suficientes. Para outros, medicamentos podem fazer parte do tratamento. Em determinadas situações, a cirurgia também pode ser uma ferramenta indicada.

As canetas emagrecedoras podem ser uma importante aliada no processo de emagrecimento, mas seus melhores resultados acontecem quando fazem parte de um tratamento completo, com acompanhamento e estratégia.

O tratamento não começa pela escolha do medicamento. Começa entendendo você.

Qual médico procurar para fazer um tratamento para emagrecer? Entenda como funciona o acompanhamento especializado

Entenda como um médico para emagrecer pode avaliar seu caso, indicar diferentes estratégias e acompanhar o tratamento da obesidade de forma individualizada.

Perder peso pode parecer simples na teoria, mas, para muitas pessoas, as tentativas de emagrecimento acabam se repetindo sem resultados duradouros.

Dietas, exercícios e mudanças na rotina são importantes, mas nem sempre são suficientes para todos. Fatores como metabolismo, genética, fome, sono, histórico de peso e doenças associadas também podem influenciar esse processo.

Por isso, procurar um médico especializado em emagrecimento pode ser importante para entender o que está dificultando a perda de peso e quais estratégias podem fazer sentido para cada paciente.

O que faz um médico voltado ao emagrecimento?

O médico que atua no tratamento da obesidade não trabalha apenas com a indicação de medicamentos.

O primeiro passo é realizar uma avaliação completa para compreender a história do paciente e identificar os fatores que podem estar relacionados à dificuldade para emagrecer.

Essa avaliação pode considerar:

  • Histórico de ganho e perda de peso;
  • Tentativas anteriores de emagrecimento;
  • Exames laboratoriais;
  • Doenças associadas;
  • Hábitos alimentares;
  • Sono e rotina;
  • Atividade física;
  • Composição corporal;
  • Objetivos do paciente.

A partir dessas informações, o especialista em emagrecimento pode definir uma estratégia adequada para aquele momento.

Todo paciente precisa de medicamento para emagrecer?

Não.

O tratamento depende das características de cada pessoa. Em alguns casos, mudanças de hábitos e acompanhamento nutricional podem ser suficientes. Em outros, medicamentos podem fazer parte da estratégia.

As chamadas canetas emagrecedoras são uma das ferramentas disponíveis para determinados pacientes. A indicação depende de critérios clínicos e deve ser feita por um profissional habilitado.

Por isso, quem procura um médico que prescreve caneta emagrecedora deve entender que a consulta não começa pela escolha do medicamento.

Ela começa pela avaliação para entender se existe indicação e qual estratégia é mais adequada.

O tratamento para emagrecer pode envolver diferentes estratégias

Dependendo do caso, podem fazer parte da estratégia:

  • Mudanças na alimentação;
  • Atividade física;
  • Acompanhamento nutricional;
  • Medicamentos para obesidade;
  • Tratamento de condições associadas;
  • Cirurgia metabólica ou bariátrica, quando indicada.

Essas ferramentas não precisam ser vistas como concorrentes. Em determinados momentos, uma pode ser mais adequada do que outra, e algumas podem ser combinadas.

O objetivo é encontrar o tratamento que melhor se adapta à condição clínica, ao histórico e aos objetivos do paciente.

Quando procurar um médico?

Não é necessário esperar que a obesidade provoque limitações importantes ou outras complicações para buscar ajuda.

Se você já tentou emagrecer diversas vezes, recuperou o peso ou sente que não consegue avançar sozinho, uma avaliação pode ajudar a entender o que está acontecendo.

O tratamento da obesidade deve considerar a pessoa como um todo, e não apenas o peso na balança.

Se você quer emagrecer, o primeiro passo não precisa ser escolher uma dieta, uma caneta ou uma cirurgia. Pode ser entender qual caminho faz sentido para você.

Uma avaliação individualizada permite conhecer sua história e construir, junto com você, uma estratégia de tratamento adequada para o seu momento.

Medicamentos para emagrecer ilegais: quais são os riscos do uso para a saúde? 

Entenda os riscos dos medicamentos para emagrecer ilegais ou sem registro e por que o acompanhamento médico é fundamental para um tratamento seguro da obesidade.

A busca por medicamentos para emagrecer cresceu nos últimos anos, acompanhando a popularização de tratamentos que atuam no controle da fome e da saciedade.

Ao mesmo tempo, aumentou também a oferta de produtos vendidos pela internet, redes sociais e canais não autorizados. Alguns deles são apresentados como medicamentos para obesidade, mas não possuem registro na Anvisa ou não têm procedência conhecida.

O que são medicamentos para emagrecer ilegais?

Um medicamento irregular pode ser um produto sem registro sanitário, falsificado, importado de forma irregular ou fabricado por uma empresa que não possui autorização para produzi-lo.

Em 2026, a Anvisa determinou diversas apreensões e proibições envolvendo produtos comercializados como “canetas emagrecedoras” sem registro no Brasil. Em alguns casos, os fabricantes sequer eram identificados.

Um exemplo é a retatrutida. Apesar de aparecer em anúncios e ofertas na internet, a substância continua em investigação e não está aprovada para comercialização em nenhum país.

Por isso, estar sendo divulgado nas redes sociais não significa que um medicamento esteja aprovado ou seja seguro para utilização.

Quais são os riscos de utilizar produtos sem procedência?

A Anvisa identificou, em fiscalizações realizadas em 2026, problemas relacionados à esterilidade, controle de qualidade, armazenamento, transporte e utilização de insumos de origem desconhecida em produtos injetáveis.

Isso pode significar que o produto:

  • Não contenha o princípio ativo informado;
  • Apresente concentração diferente da declarada;
  • Esteja contaminado;
  • Tenha sido armazenado de forma inadequada;
  • Não tenha eficácia e segurança devidamente avaliadas.

E os medicamentos aprovados?

Medicamentos registrados passam por processos de avaliação de qualidade, segurança e eficácia e possuem indicações, doses e condições de uso definidas.

Mesmo os medicamentos aprovados não devem ser utilizados por conta própria. A Anvisa alerta que os agonistas de GLP-1, classe que inclui medicamentos utilizados no tratamento da obesidade, devem ser utilizados conforme as indicações aprovadas e com prescrição e acompanhamento de profissional habilitado.

Ou seja, ter registro não significa que o medicamento seja indicado para qualquer pessoa.

Por que não comprar medicamentos para emagrecer pela internet?

Um preço muito abaixo do habitual, a promessa de resultados rápidos ou a facilidade de comprar sem receita podem parecer atrativos.

Mas esses fatores também devem servir como alerta.

A Anvisa reforça que medicamentos comercializados fora de farmácias e drogarias regularizadas não oferecem as mesmas garantias de procedência, composição e qualidade. Em setembro de 2026, por exemplo, a Agência proibiu a comercialização de produtos sem registro anunciados por uma plataforma na internet.

Antes de utilizar qualquer medicamento, é importante verificar se ele possui registro e, principalmente, conversar com um profissional de saúde.

O tratamento começa pela avaliação

Antes de indicar qualquer medicamento, é necessário avaliar histórico de peso, exames, doenças associadas, rotina, tentativas anteriores e objetivos do paciente.

Emagrecer com segurança significa encontrar uma estratégia adequada, com indicação e acompanhamento profissional.

Se você está buscando ajuda para emagrecer e não sabe qual caminho seguir, uma avaliação médica pode ser o primeiro passo para entender quais opções realmente fazem sentido para o seu caso.

Canetas emagrecedoras: como funcionam e quando podem ser indicadas? 

Entenda como funcionam as canetas emagrecedoras, quando podem ser indicadas e por que o acompanhamento médico é fundamental no tratamento da obesidade.

As canetas emagrecedoras ganharam espaço no tratamento da obesidade e passaram a fazer parte da rotina de muitos pacientes que buscam ajuda para perder peso.

Apesar da popularização, é importante entender que esses medicamentos não devem ser vistos como uma solução isolada ou como um produto para quem deseja simplesmente perder alguns quilos.

Eles são ferramentas que podem fazer parte de um tratamento clínico da obesidade, sempre considerando as características e necessidades de cada paciente.

O que são as canetas emagrecedoras?

As chamadas canetas emagrecedoras são medicamentos utilizados no tratamento da obesidade e de determinadas condições relacionadas ao metabolismo.

Algumas dessas medicações atuam em mecanismos que regulam a fome e a saciedade. Com isso, podem ajudar o paciente a controlar a ingestão alimentar e contribuir para a perda de peso quando utilizadas dentro de uma estratégia de tratamento.

A indicação, porém, não deve ser feita apenas pelo desejo de emagrecer.

É necessário avaliar o histórico do paciente, suas condições de saúde, exames, objetivos e possíveis contraindicações. Por isso, o uso deve ser acompanhado por um médico para emagrecimento ou outro profissional habilitado para realizar essa avaliação.

Para quem as canetas podem ser indicadas?

A indicação depende de uma avaliação individual.

Entre os fatores considerados estão:

  • Grau de obesidade ou sobrepeso;
  • Doenças associadas;
  • Histórico de ganho e perda de peso;
  • Tentativas anteriores de emagrecimento;
  • Resposta a mudanças de hábitos;
  • Condições clínicas e objetivos do paciente.

Por exemplo, uma pessoa que precisa perder cerca de 10 kg e não consegue atingir esse objetivo apenas com mudanças de hábitos pode, dependendo da avaliação, ter indicação para tratamento medicamentoso.

Da mesma forma, medicamentos podem fazer parte da estratégia de alguns pacientes com obesidade ou de pessoas que já passaram por cirurgia bariátrica, mas ainda precisam de acompanhamento para atingir ou manter determinados objetivos.

Isso não significa que toda pessoa que se encaixe nesses exemplos precise utilizar uma caneta. A indicação é individual.

A caneta substitui dieta e exercício?

Não.

O medicamento é uma ferramenta dentro do tratamento, e não um substituto para hábitos saudáveis.

A alimentação continua sendo fundamental para garantir a ingestão adequada de proteínas, vitaminas, minerais e outros nutrientes.

A atividade física também tem um papel importante, especialmente para preservar e desenvolver massa muscular durante o emagrecimento.

Por isso, o objetivo não deve ser simplesmente perder peso utilizando uma medicação, mas construir um tratamento que contribua para uma mudança sustentável e para a manutenção dos resultados.

Por que o acompanhamento médico faz diferença?

Começar a utilizar uma caneta não significa simplesmente aplicar o medicamento e esperar pelo resultado.

Durante o tratamento, é importante acompanhar a resposta do organismo, possíveis efeitos adversos, evolução do peso e composição corporal e a necessidade de ajustes.

A alimentação também precisa ser acompanhada para reduzir o risco de deficiências nutricionais e ajudar na preservação da massa muscular.

Por isso, o acompanhamento pode envolver médico e nutricionista trabalhando de forma integrada.

As canetas emagrecedoras podem ser uma importante ferramenta para alguns pacientes, mas fazem mais sentido quando estão inseridas em uma estratégia completa de tratamento.

O tratamento não começa pela escolha da caneta. Começa pela avaliação do paciente.

Como funciona o tratamento para emagrecimento personalizado?

Entenda como funciona um tratamento para emagrecimento personalizado e por que a avaliação médica é importante para definir a melhor estratégia para cada paciente.

A dificuldade para perder peso pode ter diferentes causas.

A genética pode influenciar o metabolismo, a fome e a forma como o organismo armazena energia. Alterações hormonais, qualidade do sono e rotina também podem interferir no processo.

Além disso, algumas pessoas passam anos alternando períodos de dietas restritivas e reganho de peso. Esse histórico pode influenciar a relação com a alimentação e dificultar a manutenção dos resultados.

Por isso, quando uma pessoa tenta emagrecer várias vezes e não consegue manter o resultado, é importante investigar o que pode estar dificultando esse processo em vez de atribuir tudo à falta de força de vontade.

O primeiro passo: entender o paciente

Antes de indicar um tratamento, o médico especialista em emagrecimento precisa conhecer a história daquele paciente.

A avaliação pode considerar:

  • Histórico de ganho e perda de peso;
  • Tentativas anteriores de emagrecimento;
  • Exames laboratoriais;
  • Doenças associadas;
  • Hábitos alimentares;
  • Sono e rotina;
  • Prática de atividade física;
  • Composição corporal;
  • Objetivos do paciente.

A partir dessas informações, é possível entender quais fatores precisam ser trabalhados e quais estratégias podem fazer sentido.

Quais estratégias podem fazer parte do tratamento?

O tratamento da obesidade não possui uma única fórmula.

Mudanças de hábitos, alimentação adequada e atividade física são importantes, mas alguns pacientes também podem precisar de outras ferramentas.

Os medicamentos para emagrecimento podem fazer parte do tratamento quando existe indicação médica. Entre eles estão medicamentos que atuam em mecanismos relacionados à fome e à saciedade, como os agonistas de GLP-1 e outras terapias disponíveis para o tratamento da obesidade.

Em determinados casos, a cirurgia metabólica ou bariátrica também pode ser considerada.

A escolha depende da condição clínica, do histórico, dos objetivos e da resposta de cada paciente.

Por que o acompanhamento é importante?

O tratamento não termina quando o paciente começa a perder peso.

Durante o processo, é necessário acompanhar a resposta ao tratamento, avaliar possíveis efeitos adversos e fazer ajustes quando necessário.

O acompanhamento também é importante para preservar a massa muscular, manter uma alimentação adequada e desenvolver estratégias para reduzir o risco de reganho de peso.

Por isso, o acompanhamento para emagrecer deve ser contínuo e adaptado à evolução do paciente.

O tratamento precisa acompanhar a evolução do paciente

O que funciona em uma determinada fase pode precisar ser ajustado em outro momento.

A necessidade de medicamentos pode mudar. A alimentação pode precisar de adaptações. Os objetivos também podem ser diferentes ao longo do tratamento.

Por isso, um tratamento personalizado não significa apenas escolher uma estratégia para começar a emagrecer. Significa acompanhar a evolução e adaptar o caminho quando necessário.

O objetivo é construir um processo de emagrecimento saudável, que considere não apenas a perda de peso, mas também a saúde, a composição corporal, a qualidade de vida e a manutenção dos resultados.

Não existe uma estratégia de emagrecimento que funcione da mesma forma para todas as pessoas. O primeiro passo é entender o que o seu corpo precisa.

Fígado e obesidade: como a cirurgia bariátrica pode ajudar? 

Entenda a relação entre obesidade e gordura no fígado, o que é MASLD e como a cirurgia bariátrica pode contribuir para a saúde hepática.

O Julho Amarelo é um período de conscientização sobre as hepatites virais e outras doenças que afetam o fígado. A data também é uma oportunidade para falar sobre uma condição cada vez mais relacionada à obesidade e às alterações metabólicas: o acúmulo de gordura no fígado.

A chamada MASLD, sigla em inglês para doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica, está relacionada a fatores como obesidade, diabetes tipo 2 e resistência à insulina.

Por isso, cuidar da obesidade também pode fazer parte da estratégia de proteção da saúde hepática.

O que é MASLD?

A MASLD acontece quando existe acúmulo de gordura no fígado associado a fatores de risco metabólicos.

Em muitos casos, a pessoa não apresenta sintomas nas fases iniciais, o que faz com que a condição possa permanecer desconhecida por bastante tempo.

A doença pode apresentar diferentes estágios. Ter gordura no fígado não significa necessariamente ter inflamação ou fibrose, mas, em alguns pacientes, a condição pode evoluir.

A inflamação persistente pode provocar lesões nas células do fígado e, com o tempo, levar ao desenvolvimento de fibrose, que corresponde à formação de tecido cicatricial no órgão.

Qual é a relação entre obesidade e gordura no fígado?

A obesidade, especialmente quando acompanhada de resistência à insulina e alterações metabólicas, aumenta o risco de acúmulo de gordura no fígado.

Diabetes tipo 2, alterações de colesterol e triglicerídeos e excesso de gordura abdominal também estão entre os fatores associados à doença.

Por isso, a avaliação do fígado deve fazer parte do cuidado de pacientes que apresentam obesidade e alterações metabólicas.

Como saber se o fígado está comprometido?

A avaliação pode envolver diferentes recursos, dependendo da situação clínica de cada paciente.

Entre eles estão:

  • Exames de sangue, incluindo enzimas hepáticas;
  • Ultrassonografia;
  • Exames de imagem mais específicos;
  • Elastografia, que pode ajudar na avaliação da fibrose;
  • Avaliação dos fatores metabólicos associados.

Os exames utilizados e a necessidade de investigação complementar devem ser definidos pelo médico de acordo com o histórico e as características de cada paciente.

A cirurgia bariátrica pode melhorar a saúde do fígado?

Sim. A cirurgia metabólica pode promover benefícios que vão além da perda de peso.

A redução do peso e as mudanças metabólicas provocadas pelo procedimento podem contribuir para a redução da gordura acumulada no fígado e da inflamação.

Em determinados pacientes, estudos também apontam melhora da fibrose hepática após a cirurgia.

Isso não significa que a cirurgia seja indicada para todas as pessoas com gordura no fígado. A indicação depende de critérios clínicos e da avaliação individual do paciente.

Obesidade, fígado e tratamento

Cuidar da obesidade também significa cuidar das doenças que podem estar associadas a ela.

Mudanças na alimentação, atividade física, medicamentos e cirurgia metabólica podem fazer parte do tratamento, dependendo do quadro de cada paciente.

No Julho Amarelo, além de falar sobre a prevenção das hepatites, vale lembrar que o fígado também merece atenção quando existem obesidade e alterações metabólicas.

Uma avaliação adequada permite identificar alterações precocemente e definir o melhor caminho para cuidar da saúde como um todo.

O tratamento começa entendendo o paciente e todos os fatores que influenciam sua saúde.

Retatrutida e novos medicamentos: o que já é realidade e o que ainda está em estudo?

Entenda o que já se sabe sobre a retatrutida e os novos medicamentos para obesidade, o que ainda está em estudo e os riscos de produtos sem registro.

O tratamento da obesidade está passando por uma transformação importante. Nos últimos anos, medicamentos que atuam sobre mecanismos relacionados à fome, à saciedade e ao metabolismo passaram a fazer parte da prática clínica e ampliaram as possibilidades de tratamento.

Ao mesmo tempo, novos medicamentos estão sendo estudados e resultados de pesquisas têm chamado atenção. É o caso da retatrutida, uma molécula experimental que atua simultaneamente nos receptores de GLP-1, GIP e glucagon.

Os avanços são relevantes, mas é importante diferenciar aquilo que já foi aprovado e está disponível para pacientes daquilo que ainda está em fase de pesquisa. Um resultado promissor em um estudo clínico não significa que o medicamento já possa ser utilizado de forma regular.

Retatrutida: o que já sabemos?

A retatrutida é um medicamento investigacional desenvolvido pela Eli Lilly e ainda não possui aprovação para comercialização.

Nos resultados do estudo de fase 3 TRIUMPH-4, divulgados pela empresa, participantes com obesidade e osteoartrite de joelho que receberam a dose de 12 mg apresentaram perda média de 28,7% do peso corporal após 68 semanas. O estudo também identificou melhora importante na dor relacionada à osteoartrite e em fatores de risco cardiovascular, como colesterol, triglicerídeos e pressão arterial.

Esses resultados ajudam a explicar o interesse científico pela molécula. Entretanto, a própria situação regulatória precisa ser considerada: a retatrutida continua em desenvolvimento clínico e ainda não está aprovada para uso comercial. A Anvisa esclareceu em julho de 2026 que ela não havia sido aprovada por nenhuma agência reguladora e que a empresa ainda não havia solicitado seu registro.

Portanto, retatrutida não é uma nova caneta disponível para compra. É uma terapia que continua sendo estudada.

E os medicamentos em comprimido?

Em abril de 2026, a FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, aprovou o orforglipron, comercializado como Foundayo, um agonista oral de GLP-1 indicado para adultos com obesidade ou sobrepeso associado a pelo menos uma condição relacionada ao peso. O medicamento é administrado uma vez ao dia e pode ser tomado sem restrições específicas relacionadas a alimentos ou água.

Isso representa um avanço importante na diversificação das opções terapêuticas para a obesidade.

Mas existe uma diferença fundamental entre “foi aprovado em outro país” e “está disponível no Brasil”.

A aprovação pela FDA não significa que o medicamento esteja automaticamente registrado ou autorizado para comercialização pela Anvisa. Cada país possui seu próprio processo regulatório para avaliar qualidade, segurança, eficácia e condições de uso.

O que já está disponível no Brasil?

O Brasil já possui medicamentos registrados para o tratamento da obesidade, como a semaglutida e a tirzepatida, cada um com suas indicações e condições de uso aprovadas pela Anvisa.

O Wegovy, por exemplo, é registrado para controle do peso em adultos com obesidade ou sobrepeso associado a determinadas comorbidades, em conjunto com dieta hipocalórica e atividade física.

A tirzepatida também possui indicação aprovada no Brasil para controle crônico do peso em adultos com obesidade ou sobrepeso associado a condições relacionadas ao peso.

Além disso, o cenário brasileiro continua mudando. Em 2026, a Anvisa aprovou novas apresentações e atualizações relacionadas a medicamentos dessa classe, como a nova posologia do Wegovy e do Poviztra.

Por isso, quando surge uma notícia sobre uma “nova caneta”, é importante verificar qual medicamento é, onde foi aprovado e se possui registro no Brasil.

Produto novo não significa produto aprovado

A Anvisa tem intensificado a fiscalização de produtos irregulares. Em abril de 2026, uma operação conjunta com a Polícia Federal identificou produtos e insumos relacionados a medicamentos para obesidade comercializados de forma irregular, incluindo a retatrutida, que ainda não possuía registro por nenhuma agência reguladora.

Também foram proibidos produtos vendidos pela internet como canetas de GLP-1 que não possuíam registro, notificação ou cadastro na Anvisa. Nesses casos, a Agência alerta que não há garantia sobre a origem, composição ou qualidade do produto.

Por isso, comprar medicamentos para emagrecimento pela internet, especialmente produtos sem registro ou de origem desconhecida, pode representar um risco à saúde.

O que esperar dos próximos anos?

A evolução dos tratamentos para obesidade deve continuar trazendo novas moléculas, diferentes formas de administração e estratégias cada vez mais específicas.

A própria Organização Mundial da Saúde publicou, em dezembro de 2025, sua primeira diretriz global sobre terapias GLP-1 para obesidade. A recomendação reconhece esses medicamentos como uma possibilidade de tratamento de longo prazo para adultos com obesidade, mas reforça que eles devem fazer parte de um cuidado abrangente, que também inclua alimentação adequada, atividade física e acompanhamento profissional.

O cenário está mudando rapidamente. Para o paciente, informação e acompanhamento médico continuam sendo fundamentais para tomar decisões seguras e individualizadas.

Relação entre a bariátrica e a diabetes: como a cirurgia pode ajudar no controle da doença

Entenda a relação entre cirurgia bariátrica e diabetes, como a obesidade influencia a doença e por que a bariátrica pode melhorar o controle glicêmico.

A diabetes é uma doença crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e está diretamente relacionada a diversas complicações de saúde. Existem dois tipos principais da doença:

  • Diabetes tipo 1: condição autoimune em que o organismo deixa de produzir insulina.
  • Diabetes tipo 2: ocorre quando o organismo apresenta resistência à insulina ou não consegue utilizá-la adequadamente.

Embora os dois tipos de diabetes precisem de acompanhamento médico, eles têm origens diferentes.

O diabetes tipo 1 surge quando o sistema imunológico ataca por engano as células do pâncreas que produzem insulina, hormônio responsável por ajudar a glicose a entrar nas células e ser utilizada como fonte de energia pelo organismo. Sem esse hormônio, o corpo não consegue transportar para dentro das células, levando ao acúmulo de glicose no sangue e sintomas rápidos.

Já a diabetes tipo 2 é conhecido como “diabetes adquirida” porque costuma se manifestar em pessoas de idade mais avançada e tem alta relação com a obesidade.. Nesses casos, o organismo passa a ter mais dificuldade para utilizar a insulina corretamente, o que faz com que os níveis de açúcar no sangue aumentem e fiquem mais difíceis de controlar.

Por esse motivo, a cirurgia bariátrica tem se destacado não apenas como tratamento para a obesidade, mas também como uma importante ferramenta no controle da diabetes tipo 2.

Qual é a relação entre obesidade e diabetes tipo 2?

A obesidade é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da diabetes tipo 2.

Quando há excesso de gordura corporal, principalmente na região abdominal, o organismo passa a responder de forma menos eficiente à ação da insulina. Como consequência, os níveis de glicose no sangue aumentam.

Além disso, a obesidade está associada a outros fatores que agravam o quadro, como:

  • Hipertensão arterial;
  • Colesterol elevado;
  • Inflamação crônica;
  • Maior risco cardiovascular.

Por isso, o tratamento da obesidade é uma das estratégias mais importantes para o controle da diabetes tipo 2.

Como a cirurgia bariátrica ajuda no controle da diabetes?

A cirurgia bariátrica promove uma perda de peso significativa, mas seus benefícios vão além da redução do peso corporal.

Primeiramente, a diminuição da quantidade de alimentos ingeridos após a cirurgia contribui para um menor consumo de calorias e carboidratos. Com isso, há uma melhora no controle dos níveis de açúcar no sangue. No entanto, esse não é o único motivo para a melhora da diabetes tipo 2.

Além disso, a cirurgia bariátrica promove uma série de mudanças hormonais e metabólicas que favorecem o controle da diabetes tipo 2.

Após a cirurgia, há mudanças na liberação de hormônios intestinais que aumentam a sensibilidade do organismo à insulina e estimulam uma resposta mais eficiente no controle da glicose.

Além disso, a perda de peso reduz o excesso de tecido adiposo, que produz substâncias inflamatórias associadas à resistência à insulina. Com a diminuição dessa inflamação, a insulina passa a atuar de forma mais eficiente, facilitando a entrada da glicose nas células e contribuindo para o controle da diabetes.

Quem tem diabetes pode fazer cirurgia bariátrica?

Pacientes com diabetes tipo 2 e obesidade frequentemente estão entre aqueles que mais se beneficiam da cirurgia bariátrica.

As indicações seguem critérios estabelecidos pelas sociedades médicas e levam em consideração fatores como:

  • Índice de Massa Corporal (IMC);
  • Presença de doenças associadas;
  • Histórico de tratamento clínico;
  • Avaliação multidisciplinar.

A decisão deve ser individualizada e realizada após avaliação com equipe especializada.

Se você convive com obesidade e diabetes tipo 2 e deseja entender se a cirurgia bariátrica pode ser indicada para o seu caso, agende uma consulta e receba uma avaliação individualizada.

Dieta após a cirurgia bariátrica: entenda cada fase e sua importância na recuperação 

Entenda como funciona a dieta após a cirurgia bariátrica, quais são as fases da alimentação, os cuidados necessários e como garantir uma recuperação segura.

A cirurgia bariátrica é uma das ferramentas mais eficazes para o tratamento da obesidade, mas o sucesso do procedimento não depende apenas da cirurgia. A alimentação após a operação desempenha um papel fundamental na recuperação, adaptação do organismo e manutenção dos resultados a longo prazo.

A chamada dieta pós-bariátrica é dividida em fases progressivas, que permitem a cicatrização adequada do sistema digestivo e ajudam o paciente a desenvolver novos hábitos alimentares.

Continue neste artigo para entender como funciona cada etapa da dieta após a cirurgia bariátrica e por que seguir essas orientações é tão importante.

Por que a dieta após a cirurgia bariátrica é tão importante?

Após a cirurgia, o estômago passa por um período de cicatrização e adaptação. Nesse momento, a alimentação precisa ser cuidadosamente planejada para:

  • Proteger a região operada;
  • Favorecer a recuperação do organismo;
  • Garantir a ingestão adequada de nutrientes;
  • Evitar complicações digestivas;
  • Promover perda de peso saudável;
  • Ajudar na formação de novos hábitos alimentares.

Ignorar as orientações da equipe médica e nutricional pode comprometer os resultados da cirurgia e aumentar o risco de desconfortos e complicações.

Fase 1: Dieta líquida

A primeira etapa da dieta pós-bariátrica ocorre nos primeiros dias após a cirurgia.

O objetivo principal é manter a hidratação e permitir que o estômago inicie o processo de cicatrização sem sobrecarga.

Nesta fase, geralmente são utilizados:

  • Água;
  • Água de coco;
  • Caldos coados;
  • Chás sem açúcar e sem cafeína;
  • Gelatina líquida sem açúcar;
  • Caldos de galinha, carne ou vegetais, sem gordura e coados; 
  • Suplementos líquidos prescritos pela equipe.

Fase 2: Dieta pastosa

Após a liberação médica e nutricional, o paciente evolui para a dieta pastosa. Nesta etapa, os alimentos possuem textura mais consistente, mas ainda não exigem mastigação intensa.

Podem ser incluídos:

  • Purês de legumes e de frutas;
  • Iogurtes sem açúcar e com pouca gordura;
  • Sopas cremosas, batidas e com pouca gordura;
  • Proteínas magras, moídas ou liquidificadas, como ovos, tofu, peru, frango ou peixe.

O foco continua sendo a adaptação gradual do sistema digestivo e a manutenção da ingestão adequada de proteínas.

Fase 3: Dieta branda

A dieta branda representa uma transição para alimentos mais sólidos e, de preferência, mais nutritivos (fontes diárias de proteínas, ferro, cálcio e vitaminas). Os alimentos devem ser macios e de fácil digestão, como:

  • Legumes cozidos;
  • Carnes desfiadas;
  • Ovos;
  • Frutas macias.

Nesta fase, o paciente começa a desenvolver um dos hábitos mais importantes do pós-operatório: mastigar bem os alimentos.

Fase 4: Dieta geral

Após a liberação da equipe multidisciplinar, o paciente inicia uma alimentação mais próxima da rotina habitual.

No entanto, isso não significa voltar aos hábitos antigos. A alimentação deve continuar priorizando alimentos saudáveis e nutritivos. Também é importante manter o acompanhamento nutricional com o profissional adequado.

Entre as recomendações, estão: mastigar bem os alimentos; comer pequenas porções ao longo do dia; evitar alimentos ultraprocessados e ricos em açúcar, gordura e sal; ter uma rotina regular de exercícios físicos. 

Por que o acompanhamento nutricional é indispensável

A dieta pós-bariátrica não é igual para todos os pacientes.

O acompanhamento nutricional permite:

  • Ajustar a alimentação em cada fase;
  • Avaliar a necessidade de suplementação;
  • Prevenir deficiências nutricionais;
  • Garantir uma perda de peso saudável;
  • Promover melhores resultados a longo prazo.

Conclusão

A dieta após a cirurgia bariátrica é uma etapa fundamental para o sucesso do tratamento. Cada fase possui objetivos específicos e contribui para uma recuperação segura, uma adaptação adequada do sistema digestivo e uma perda de peso sustentável.

Mais do que perder peso, a cirurgia bariátrica oferece a oportunidade de construir uma relação mais saudável com a alimentação e com a própria saúde.